As duas mulheres da minha vida


Parodiando Geraldo Vandré “ Para não dizer que não falei das flores”, vou falar das duas mulheres de minha vida. Minha Mãe e minha esposa. 
Mãe - a lembrança maior é da alfabetizadora diferenciada - aquela a moda antiga que como educadora vivia um verdadeiro sacerdócio. Suas crianças (alunos) eram tratados com muito amor e carinho e sempre a transformaram em ídolo, verdadeira paixão. 

A forma como alfabetizava os alunos de escolas como E.E. Rosélia Braga Xavier, E.E. Milton Martins Poitena, E. E. Benedito Calixto e John Teodoresco sempre mereceu respeito da comunidade, tanto dos profissionais da educação como das famílias que por inúmeras vezes  matriculavam seus filhos na escola onde ela lecionava, com o objetivo  único de tê-la como educadora.

Fui criado neste ambiente e, sob esta inspiração,   freqüentei os meus primeiros anos de banco escolar. Estava sempre inserido no contexto curricular proposto por aquela pessoa doce que toda criança se apaixonava e eu tive o privilégio de ser educado pela professora, que é minha Mãe.  
Apenas como registro por inúmeras vezes eu vi minha Mãe ser homenageada no final do ano pelos pais agradecidos pelo excelente  trabalho feito com os jovenzinhos. 

A outra pessoa é minha mulher Adriana. Compreensível e firme, sempre me dá o conforto indispensável para que possa exercer minha profissão. Filha de família especial oriunda da cidade de Santo André, contribui sobremaneira nas atividades que exerço, especialmente na área social, em atividades maçônicas e  em outras que realizamos  inspirados no grande apelo familiar que sempre norteou nossas vidas.    

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